Tecnologia assistiva

Café no Escuro é um evento para sensibilizar sobre os problemas dos deficientes visuais, finalmente reunimos estas experiências com a necessidade de aplicar tecnologias assistívas, o que comportou na criação do programa “Café no Escuro e Tecnologias Assistívas”. Trata-se de uma oficina itinerante que enfatiza a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Alunos de diferentes níveis de ensino vivenciam oportunidades acadêmicas de ensino e pesquisa para produção de protótipos de tecnologias assistívas e criação de material didático acessível para utilização nas oficinas do “Café no Escuro”. Jogos lúdicos para alunos deficientes visuais são também produzidos, por meio do conhecimento do sistema braille, apresentando e utilizando nas exposições o material por eles construído. A realização da oficina conta com parceiros com necessidades especiais, e desta forma se divulga o conhecimento científico para promover a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade.


quarta-feira, 13 de julho de 2011


Nome:Daniel da Silva Rempto
Curso:engenharia civil
Conheci o projeto no inicio do periodo através da prof. Suzana,e achei interessante em tese.
Quando experimentei participar,entendi bem melhor o proposito disso tudo e,na minha opinião,foi muito interessante e divertido. As monitoras foram ótimas sendo nossas guias e é uma experiência que nunca tive,de ter que preparar um café totalmente cego.
Daqui pra frente incentivarei outros a virem conhecer e participar do projeto.

Nome:Elisa Bittar Floriani
Curso:Arquitetura e Urbanismo
A experiência de não enxergar é sufocante. Cada ruído atrapalha a concentração e a bengala é mais importante do que eu pensava.
Os sentidos ficam muito agussados e, ao final de tudo fiquei feliz de poder enxergar novamente e poder ver o percurso que parecia enorme era muito pequeno.

Nome:Gabriel Matos Maia
Curso:Arquitetura e Urbanismo
Achei muito interessante a experiência de participar do CAFÉ NO ESCURO pois nós,estudantes de arquitetura,somos treinados a entender as dimensões do espaço e dimensioná-los. A partir do momento em que não temos mais essa noção,entendemos melhor as dificuldades que os portadores de necessidades especiai encontram no dia a dia,no caso do CAFÉ NO ESCURO,os visuais.
Indicarei com certeza a oficina e vou estudar mais sobre o assunto para que os meus futuros projetos tenham uma consciência maior quando ao uso dos espaços com a intenção de ser aproveitados por todos.


Nome:Anderson Meretello Mota
Curso:Engenharia Civil
Com um clima de descontração e divertimento essa experiencia mostra um pouco das dificuldades de um mundo onde só se quatro dos cinco sentidos.
Nós, que não somos deficientes visuais, muitas vezes não paramos para pensar o quanto é difícil. viver em mundo no escuro.
Parabenizo essa iniciativa que nos faz entender um pouco o mundo dos deficientes visuais.

Nome:Camila Quevedo
Curso:Arquitetura e Urbanismo
A maior dificuldade de toda a oficina é perceber o espaço ou tentar imaginá-lo. Os obstáculos não são necessariamente(nesta situação) um problema, entretanto, após tirar a venda e olhar o percurso feito me surpreendi com a incompatibilidade da minha imaginação em relação à realidade. As noções de dimensão e direções ficaram totalmente distorcidas.

Nome:Guilherme Monteiro de Carvalho
Curso:Engenharia Civil
Após vivenciar na pele a dificuldade enfrentada pelos deficientes para a execução de atividades simples, com o atender o telefone, ver as horas e até mesmo tomar café. Passo a enxergar o mundo com outros olhos, olhos estes que passarão a olhar com mais atenção e cuidado para cada pessoa que porventura não tenha as capacidades físicas em sua plenitude.
É uma batalha diária viver em lugares que não são adaptados e aonde habitam o preconceito e a falta de boa vontade em ajudar.
Cabe a nós que temos o privilegio de enxergamos ajudar modificando nosso ambiente e o principal, ajudar com boa vontade e paciência.


Nome:Luan Ferreira Bastos
Curso:Engenharia Civil
Durante essa experiência pude perceber a dificuldade que os deficientes visuais tem além de toda a insegurança que eles tem ao andar.
A noção espacial é completamente diferente da real, para os cegos percebi que o local parece ser muito maior do que realmente é.
A identificação dos objetos foi um pouco mais fácil, mas percebi que foi devido a familiaridade
de alguns objetos.
Até em comer foi difícil que no momento em que peguei o palito para mexer o suco coloquei ao contrario, além de derrubar o açúcar.

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